Agilidade e segurança nas transações imobiliárias
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terça-feira, 3 de abril de 2018

Financiamentos imobiliários crescem quase 20% em fevereiro

Financiamentos imobiliários crescem quase 20% em fevereiro
Indicadores demonstram ano mais positivo para mercado

Os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança atingiram R$ 3,53 bilhões em fevereiro, o que representa uma alta de 19,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da associação que representa as instituições que atuam no segmento (Abecip). No acumulado dos dois primeiros meses de 2018, o volume de empréstimos para a compra da casa própria aumentou 22%, para R$ 7,39 bilhões.

Em número de unidades, os financiamentos aumentaram 7,1% em relação a fevereiro do ano passado, para 13,1 mil imóveis. Na comparação com o primeiro bimestre de 2017, o número de imóveis financiados aumentou 13,8%, para 28,9 mil, ainda de acordo com a Abecip.

A Abecip prevê expansão do crédito ao redor de 10% em 2018, para R$ 48 bilhões (ante R$ 43 bilhões em 2017), após 3 anos seguidos de queda, apoiada por juros menores e pela recuperação da economia brasileira.

Fonte: G1

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

3 bons motivos para o reaquecimento do mercado imobiliário

3 bons motivos para o reaquecimento do mercado imobiliário
Indicadores apontam melhoras nas vendas

Confira três bons motivos para você apostar na alta do mercado imobiliário para este início de ano, segundo especialistas nacionais:

1) Diminuição do valor do imóvel

De acordo com o Índice FipeZap, desde 2014, o preço médio de venda dos imóveis residenciais prontos caiu 17%, consideradas diversas das principais cidades do país.

As regiões em que a redução dos preços foi mais expressiva foram as cidades do Rio de Janeiro, Niterói e Fortaleza e o Distrito Federal. Durante o período apurado, Belo Horizonte e Florianópolis foram as duas únicas cidades em que houve aumento dos preços dos imóveis residenciais acima da inflação.

Os especialistas do mercado creem que os preços não sofrerão nova redução, se manterão estáveis ou acompanharão a inflação de 3,95%, esperada para 2018, conforme divulgado pelo boletim Focus, publicado em 8.1.18 no site do Banco Central.

2) Retomada de crédito para financiamento imobiliário

Outro fator que favorece a compra de imóveis residenciais neste ano é a retomada do crédito para financiamento imobiliário com juros menores e certa flexibilização.

Após 2 anos de resultados negativos, em 2017, os depósitos na caderneta de poupança superaram as retiradas em R$17,12 milhões. Este cenário garante maior disponibilidade de crédito destinado ao mercado imobiliário, já que cerca de 65% dos recursos captados pelos bancos em caderneta de poupança devem ser canalizados para o financiamento de imóveis.

3) Provável reabertura de linhas de crédito
Além disso, a Caixa Econômica Federal deve reabrir a linha de crédito Pró-cotista (que usa recursos do FGTS), uma das mais baratas do país, perdendo apenas para o crédito do Minha Casa Minha Vida, com juros que variam entre 7,85% a 8,85%. A Caixa também vai flexibilizar o crédito para imóveis usados, aumentando o percentual de financiamento de 50% para 70%.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Hora de investir em imóveis é agora: mercado deve ter números melhores em 2018

Hora de investir em imóveis é agora: mercado deve ter números melhores em 2018



A hora de investir no mercado imobiliário é agora. A retomada do setor para este ano, com volume de lançamentos e ritmo mais estável nas vendas, devem provocar aumentos nos preços além da inflação. A taxa de juros abaixo dos 7% também ajuda, além de imóveis comerciais que voltam a ser ocupados. 

Dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), divulgados pelo Jornal da Globo, mostram que, nos últimos 12 meses, mais de 73 mil imóveis foram lançados em todo o Brasil, 4,6% a mais do que nos 12 meses anteriores. As vendas também cresceram 2,3%. Para a gerente de negócios da Support, os índices devem melhorar no próximo ano. “As instituições criam novas modalidades de crédito acessíveis como o Pró-Cotista que só tendem a beneficiar quem compra”, afirma. 

Preços estão próximos da estabilidade 

Entre os sinais de melhora do mercado imobiliário, o comportamento dos preços dos imóveis tem chamado a atenção dos especialistas. Em 2017, a queda nos preços iniciada em 2015 desacelerou e algumas cidades já apresentam crescimento no valor médio dos imóveis.

Dados da plataforma VivaReal, por exemplo, que contemplam 30 cidades em diferentes regiões do país e 2 milhões de imóveis usados disponíveis para compra e aluguel, mostram que o preço nominal médio do metro quadrado chegou a R$ 4.833 no terceiro trimestre de 2017 – mesmo patamar do segundo trimestre deste ano, mas levemente abaixo (0,72%) do mesmo período do ano passado. 

Ao mesmo tempo, cidades como Brasília (R$ 7.805/m²), Rio de Janeiro (R$ 7.174/m²), São Paulo (R$ 6.875/m²), Recife (R$ 6.210/m²), Vitória (R$ 5.769/m²), Florianópolis (R$ 5.435/m²), Santos (R$ 5.255/m²), Porto Alegre (R$ 5.119/m²), Salvador (R$ 5.000/m²) e Curitiba (R$ 4.863/m²), apresentaram uma valorização acima da média nacional. 

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Segundo especialistas, mercado imobiliário está mais otimista para 2018

Segundo especialistas, mercado imobiliário está mais otimista para 2018


A inflação e os juros em queda, aliado ao incremento de novas vagas de empregos criadas no país, já influenciaram nas vendas de imóveis nos últimos meses de 2017. Segundo o Sindicato de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), que representa o número nacionalmente, as vendas de apartamentos em outubro cresceram quase 9% em relação a setembro e mais de 30% no comparativo com o ano anterior.

Ao mesmo tempo, os preços dos imóveis já começam a ficar em alta. Em Florianópolis, de acordo com o índice FipeZap, os índices já estão mais elevados, assim como em Belo Horizonte. Enquanto em estados como Rio de Janeiro e Distrito Federal a queda ainda continua.


Mas, a carência das reformas estruturais e o ambiente político das próximas eleições podem prejudicar o mercado. E você profissional? Qual a sua expectativa?