Agilidade e segurança nas transações imobiliárias
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terça-feira, 3 de abril de 2018

Financiamentos imobiliários crescem quase 20% em fevereiro

Financiamentos imobiliários crescem quase 20% em fevereiro
Indicadores demonstram ano mais positivo para mercado

Os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança atingiram R$ 3,53 bilhões em fevereiro, o que representa uma alta de 19,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da associação que representa as instituições que atuam no segmento (Abecip). No acumulado dos dois primeiros meses de 2018, o volume de empréstimos para a compra da casa própria aumentou 22%, para R$ 7,39 bilhões.

Em número de unidades, os financiamentos aumentaram 7,1% em relação a fevereiro do ano passado, para 13,1 mil imóveis. Na comparação com o primeiro bimestre de 2017, o número de imóveis financiados aumentou 13,8%, para 28,9 mil, ainda de acordo com a Abecip.

A Abecip prevê expansão do crédito ao redor de 10% em 2018, para R$ 48 bilhões (ante R$ 43 bilhões em 2017), após 3 anos seguidos de queda, apoiada por juros menores e pela recuperação da economia brasileira.

Fonte: G1

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Crédito para imóveis prontos: limite de financiamento aumenta em 2018

Crédito para imóveis prontos: limite de financiamento aumenta em 2018

O ano começou positivo para o setor imobiliário. A Caixa Econômica divulgou nesta terça-feira o aumento do limite de financiamento para os imóveis usados ou prontos. Recentemente, o teto havia passado de 70% para 50%. A partir de janeiro, o banco eleva novamente para 70% o máximo de crédito a ser liberado e a entrada mínima cai para 30%.


De acordo com a gerente de negócios da Support, Gabriella Zanette, a medida deve estimular a maior procura pelos imóveis de terceiros. “Como o índice para os empreendimentos em construção não mudou no final do ano, a maior procura era sempre para estes em específico. Agora deveremos ter uma demanda maior também pelos apartamentos e casas seminovos ou usados na região”, analisa.



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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Caixa reduz taxa de juros para compra de imóvel

Caixa reduz taxa de juros para compra de imóvel
Medida deve incentivar setor imobiliário


Em divulgação oficial ontem, o financiamento imobiliário da Caixa Econômica, intermediado pela Support, terão as taxas de juros diminuídas tanto para empresas como para pessoas físicas. Em nota, a Caixa informou que a redução dos juros é reflexo da diminuição da taxa Selic (juros básicos da economia), anunciada recentemente pelo Banco Central. De acordo com o banco, o objetivo é contribuir para impulsionar as vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e atrair novos clientes para a instituição.

Todos os clientes pessoa física que financiarem imóveis novos ou usados, enquadrados no SBPE, terão redução linear de 0,25 ponto percentual na taxa, independente do relacionamento com o banco, que concentra dois terços do crédito imobiliário do país. Caso o cliente compre imóveis novos ou na planta, com construção financiada pela Caixa e escolham receber o salário pelo banco, a redução será maior, com juros iguais aos oferecidos aos servidores públicos.

Para as pessoas físicas nessa situação, os juros passarão de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), de menor valor, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do Sistema Financeiro Imobiliário, de valor mais alto.

Para os financiamentos imobiliários a empresas, a Caixa reduziu os juros em 1 ponto percentual para todas as faixas de relacionamento. As taxas cairão de 14% para 13% ao ano para micro e pequenas empresas e de 13,5% para 12,5% ao ano para médias e grandes empresas. O banco adotou ainda um sistema de classificação de risco que poderá beneficiar as empresas consideradas como boas pagadoras com redução de até 1,5 ponto percentual.

Além da redução dos juros, a Caixa diminuiu, de R$ 100 mil para R$ 80 mil, o limite mínimo de financiamento no SBPE para pessoas físicas. A medida vale tanto para imóveis novos e usados e independe do valor da unidade habitacional.

Operado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o SFH financia imóveis de até R$ 650 mil em todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o teto corresponde a R$ 750 mil. O SFI, que cobra juros mais altos, financia imóveis acima desse com recursos da poupança, sem o uso do FGTS. "A medida deve estimular bem o mercado que já está em retomada", analisa Paulo Citadin, diretor da Support.